Apresentação do Grupo

Cronologia

Em 1972, Francisco Pinto Balsemão cria a Sojornal, acreditando que, apesar da censura e das dificuldades de toda a ordem, é possível fazer um semanário de qualidade.

A 6 de janeiro de 1973 é lançada a primeira edição do jornal EXPRESSO, tornando-se numa referência da sociedade portuguesa e tendo sido a semente para o grupo de comunicação social que é hoje a Impresa.

Em 1975 é fundada a VASP para distribuir o EXPRESSO, sendo parte do seu capital social adquirido pela Sojornal em 1981. Atualmente, a VASP distribui este semanário, assim como dezenas de outras publicações.

A Controljornal é constituída em abril de 1988 para ser a empresa holding de todo o Grupo de comunicação social liderado por Francisco Pinto Balsemão, agrupando as diversas participações detidas pelo Grupo.

A SIC Internacional inicia as emissões em setembro, com o objetivo muito ambicioso de chegar à vasta comunidade portuguesa espalhada por todo o mundo, assim como aos países de língua oficial portuguesa.

Em 1972, Francisco Pinto Balsemão cria a Sojornal, acreditando que, apesar da censura e das dificuldades de toda a ordem, é possível fazer um semanário de qualidade.

Em 1989 é constituída uma “joint-venture” com o grupo brasileiro Abril, dando origem ao nascimento da primeira revista de negócios em Portugal – “Exame” –, marcando a entrada do Grupo na área de revistas.

Em março de 1991, o capital social da Controljornal é aberto a investidores externos, criando-se uma “super” holding – Impresa – que concorre à atribuição dos primeiros canais de televisão privados, tornando-se num dos acionistas fundadores da SIC – Sociedade Independente de Comunicação.

Em outubro de 1992 arrancam as emissões da SIC, o primeiro canal de televisão privada em Portugal. A qualidade, a imagem e a independência permitem à estação ter uma relação privilegiada com os telespetadores portugueses, tornando a SIC líder de audiências em 1995, ao fim de apenas três anos de emissão.

Na segunda metade do ano, a Impresa passa a deter o controlo de 51% do capital da SIC e 37,3% do interesse económico, abrindo o seu capital a novos investidores.

No início de abril, a Impresa aumenta o seu interesse económico na SIC para os 51%. Em junho, a Impresa é admitida na Bolsa de Valores de Lisboa.

Em 2001, inicia-se um novo ciclo de expansão da SIC, desenvolvendo novas áreas de actividade e permitindo que a estação, para além de canal principal, passe a ter novos canais temáticos: a SIC Notícias (que substitui o CNL, detendo 60% no arranque) e a SIC Radical. Manifestando também interesses nas áreas de multimédia, merchandising e serviços técnicos (GMTS). No âmbito digital surge a SIC Online.

Em 2003, a área de revistas transforma-se na Edimpresa, com a Impresa a deter 50% do seu capital em parceria com os suíços da Edipresse, que detinha os outros 50%. Em meados de 2008, a Impresa adquire a totalidade do capital da Edimpresa. De seguida, procede-se à concentração das atividades de revistas e jornais, debaixo da sub-holding Impresa Publishing.
Neste ano, o destaque vai para o nascimento de um novo canal temático: SIC Mulher, no Dia Internacional da Mulher, a 8 de março. São criadas ainda a SIC Indoor e a SIC Esperança.

No final de 2005, a Impresa adquire a posição minoritária da SIC, elevando a sua participação para os 100% do seu capital

No 1.º trimestre, a Impresa cria uma nova área de negócios, denominada Impresa Digital, onde se concentra um portfólio de participações em várias empresas, com atividades na internet e novas tecnologias, e as quais se tornam ativos-bases na estratégia de produção e distribuição digital de conteúdos, para múltiplas plataformas.

No final de 2008, com a crise económica que se instala em Portugal, o Grupo Impresa reformula a sua estratégia, concentrando-se apenas nas suas atividades principais, reduzindo o seu portfólio de publicações e empresas. Com esta medida, é possível cortar nos custos operacionais em dezenas de milhões de euros e, simultaneamente, reduzir o seu passivo remunerado.

No início de 2009, a SIC assegura a totalidade do capital da empresa que detinha o canal SIC Notícias.
A SIC inicia a expansão internacional dos seus canais temáticos. Nasce, a 18 de dezembro, a SIC K, canal dedicado aos mais novos.

Em 2010, a SIC envereda pela coprodução de novelas portuguesas, em parceria com a SP Televisão e a TV Globo. A primeira novela, “Laços de Sangue”, é um grande sucesso de audiências, permitindo à SIC recuperar a liderança dos principais targets comerciais no horário nobre. Esta novela marca o início do sucesso e da aposta crescente da SIC na área da ficção em português.

Em 2011, a novela “Laços de Sangue” é premiada com um Emmy Internacional, na categoria de Novelas, proporcionando nos anos seguintes a abertura aos mercados internacionais das produções de novelas pela SIC.
No âmbito de uma reestruturação do Grupo, a área digital fica reduzida à InfoPortugal – Desenvolvimento e Produção de Conteúdos Georreferenciados, à Olhares, que detém o maior portal de fotografia de língua portuguesa, e à DGSM.

A DGSM é vendida à Nonius Software, em troca de uma participação de 15,06%, que se dedica ao fornecimento de HSIA e serviços de hospitalidade para indústria hoteleira. A posição da Nonius é, entretanto, alienada em 2015

A SIC lança o seu quinto canal temático: SIC CARAS, a 6 de dezembro, que herda o nome e os valores da revista CARAS.

Em 2014, no âmbito da sua expansão digital, o EXPRESSO lança o EXPRESSO Diário, um jornal diário só disponível online, para assinantes e compradores da versão em papel. Rapidamente se torna um caso de sucesso e, em menos de dois anos, o número de clientes digitais do EXPRESSO supera a marca dos 17 mil, representando cerca de 20% da sua circulação total.
No final de 2014, a SIC lança o seu primeiro canal especificamente dedicado aos mercados africanos de língua portuguesa – DSTV Kids –, em exclusividade para a plataforma DSTV.

A SIC está presente em 14 países, através de 53 operadores com sete canais, abrangendo mais de seis milhões de telespetadores.
Em 2015, o Grupo Impresa é o maior Grupo de comunicação social em Portugal, com uma faturação de 230 M€. A atividade está dividida em duas áreas de negócio – Televisão e Publishing –, com interesses que abrangem a estação de televisão SIC, sete canais temáticos, o jornal EXPRESSO, um extenso portfólio de revistas, várias propriedades na internet e aplicações, uma empresa de novas tecnologias, mantendo, ainda, interesses na distribuição de publicações.
Ainda no âmbito da sua expansão digital, o EXPRESSO lança o EXPRESSO Curto, uma newsletter diária, enviada de manhã com uma breve síntese das notícias que marcam o país e o mundo.

O arranque de 2016 é marcado pela nova organização do Grupo Impresa, liderado pelo CEO Francisco Pedro Pinto Balsemão, melhor adaptada aos desafios impostos ao sector dos media.

As telenovelas da SIC, “Coração D’Ouro” e “Mar Salgado”, conquistam as medalhas de Ouro e Bronze, respetivamente, na categoria Telenovela, na gala de prémios do New York Festival’s World’s Best TV & Films℠ que decorre em Las Vegas. É a primeira vez que telenovelas produzidas no nosso país foram finalistas neste Festival, que conta com produções de cerca de 50 países.

O Grupo Impresa cria uma nova plataforma online que agrega todas as ofertas criativas do grupo. O principal objetivo da Impresa Media Criativa é ter uma plataforma de interação com o mercado – B2B –, ou seja, anunciantes e agências atuais e potenciais.

No dia em que a SIC comemora 24 anos, a 6 de outubro, torna-se a primeira televisão nacional a disponibilizar todos os seus canais em alta definição (HD). Os canais da SIC são disponibilizados nas suas versões em HD em todos os operadores nacionais.

A 6 de março, a SIC reforça a venda de conteúdos no mercado internacional, lançando um site específico para promover a venda dos seus conteúdos. Em http://contentdistribution.sic.pt/ é possível conhecer todo o catálogo da SIC, dos seus oito canais de televisão, com os melhores conteúdos para o mercado internacional.

Ainda em março, a SIC reforça a sua aposta em África através de um reposicionamento da SIC Internacional, apostando numa nova imagem e numa oferta mais próxima para este continente. O canal apresenta uma grelha de programação com novos conteúdos e reforça a emissão de programas premium, como a ficção e o desporto.
A aposta na SIC Internacional África é um passo crucial para a consolidação da SIC como canal de referência nos mercados de língua portuguesa, territórios fundamentais para a expansão internacional do Grupo Impresa.

Em maio nasce o Smack, uma nova plataforma da Impresa, puramente digital e, ao mesmo tempo, uma “fábrica” de conteúdos digitais disponível para todo o Grupo.

O Grupo Impresa vende as suas publicações – “Activa”, “Caras”, “Caras Decoração”, “Courrier”, “Exame”, “Exame Informática”, “Jornal de Letras”, “Telenovelas”, “TV Mais”, “Visão”, “Visão História” e “Visão Júnior” – à sociedade Trust in News. Esta alienação foi realizada no âmbito do Plano Estratégico para o triénio 2017-2019, tendo em conta o reposicionamento da atividade da Impresa.

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